sexta-feira, 30 de novembro de 2007

"Veronika Decide Morrer" - Paulo Coelho

o

Encontrei este livro por acaso enquanto fazia umas arrumações às coisas da minha irmã e decidi lê-lo. Paulo Coelho,um escritor muito conhecido e conceituado. E o titulo do livro "Veronika Decide Morrer" despertou-me logo curiosidade.
Digo já que o livro é muito bom.
Tem uma fácil leitura (tipica do Paulo Coelho), que nos obriga a pensar e a repensar na vida.
Será que por estarmos limitados pelo que a sociedade se rege, não estaremos a controlar um pouco a nossa loucura?
Será que ser louco não será apenas ser diferente?
Porquê seguir certas regras?
Porque nos damos tão pouco?
Este livro proporciona uma reflexão de tudo isso e muito mais.
Deixo-vos um pequeno excerto que gostei particularmente:
"...cadaser humano é único, com as suas próprias qualidades, instintos, formas de prazer, busca de aventura. Mas a sociedade acaba por impor uma maneira colectiva de agir - e as pessoas não param para se perguntar porque têm que se comportar assim. Apenas aceitam como os dactilógrafos aceitaram o facto de as letras do teclado de uma máquina de escrever ,que foram colocadas naquela ordem, era o melhor possível."
o
Serei louco por não querer ser igual?
0
Eu já me questionei sobre isso. E vocês?
o

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

LG Chocolate KG800

o

Nova aquisição: Telemóvel LG Chocolate KG8OO
Roam-se de inveja!!!LOL
Pronto, pronto, comprei muito mais barato porque foi em segunda mão.
Vida de pobre é assim,eheh.
o

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Cláudia Vieira - HOT HOT HOT!!!

O

Sem palavras...
Esta mulher tira-me o fôlego!!!
Cláudia Vieira em Lingerie para a Triumph.
Ainda no outro dia ia eu a conduzir muito bem, vejo um poster desta moça BEM JEITOSA e pronto, descontrolei-me logo na condução,LOL.
Este tipo de publicidade devia ser proibida na rua!!!eheh
o

All I Think About Is You



3 Doors Down - Landing In London (All I Think About Is You)

I woke up today in London
As the plane was touching down
And all I could think about was Monday
Maybe I’d be back around
If this keeps me way much longer
I don’t know what I would do
You got to understand it’s a hard life,
that I’m going through

And when the night falls in around me
And I don’t think I’ll make it through
Ill use your light to guide the way
Cuz all I think about is you

L A is getting kind of crazy
And New York is getting kind of cold
I keep my head from getting lazy
I just can’t wait to get back home

And all these days I spend away
Ill make up for this I swear
I need your love to hold me up
When it’s all to much to bear

And when the night falls in around me
And I don’t think I’ll make it through
Ill use your light to guide the way
Cuz all I think about is you

And all these days I spend away
Ill make up for this I swear
I need your love to hold me up
When it’s all to much to bear

And when the night falls in around me
And I don’t think I’ll make it through
Ill use your light to guide the way

Cuz all I think about is you
o

domingo, 25 de novembro de 2007

Refúgio


Refugiei-me em algo que me ofuscava plenamente.
Não deixava entrar uma réstia de luz, uma gota de água, um cheiro momentâneo.
Não via o que o futuro me poderia reservar porque não permitia a sua construção.
Atirei fora a chave da porta que se abria para a criatividade.
Fechei a cadeado a maior parte da minha expontaneidade.
Conjugo isto no passado.

Agora.
Hoje.
Sigo em frente.
Forço o cadeado.
Tento arrombar a porta.
Desperto os meus sentidos.
Quero mais do que 4 paredes.
Quero o mundo.
Quero a vida.
Presente conjugado.
o

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Do it like they do on the discovery channel!!!

o


Melhor era impossível...
o
MTV sempre muito à frente! :P
o
Os surikates é k me partem todo,LOL.
o
Apreciem e disfrutem, eheh.
o

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Heroes

Para quem gosta de muita ficção e de histórias que metem super poderes, ciência e muita acção, aconselho vivamente verem esta série "Heroes". Eu já vi a 1ª Temporada e adorei, fiquei viciado. É quase que uma versão do X-Men mas numa fase inicial.
Era tão bom ter um poder escondido dentro de mim...
o

Sun Power

Adoro o pôr-do-sol...
o
Faz-me sentir vivo, quente, preenchido.
'o

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Sonhar...


A certa altura, talvez aceitemos que o sonho se transformou num pesadelo. Dizemos a nós mesmos que a realidade é melhor. Convencemo-nos de que é melhor nunca sonhar. Mas os mais fortes de nós, os mais determinados, agarram-se a esse sonho. Ou surge-nos um sonho novo em que nunca pensámos. Acordamos e damos connosco, contra todas as expectativas, a ter esperança. E se tivermos sorte, percebemos, quando confrontados com a vida, que o verdadeiro sonho é puder sonhar.
0

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Realidade dolorosa

o
A realidade é que a dor existe para nos dizer algo.
o
Talvez doa por um motivo.
o
Talvez algumas fantasias só deviam existir nos nossos sonhos.
o

Parabéns Martim

o

E já lá vão 4 aninhos!

Cada vez tá maior este miudo.

O tempo passa rápido, ainda à bem pouco tempo lhe pegava ao colo e agora é um reguila de primeira.

Foste sem dúvida, a melhor coisa que aconteceu nas nossas vidas. :)

Adoro-te "maninho" mais novo!
o

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Impulsos

o

A qualquer altura o cérebro tem 14 mil milhões de neurónios que disparam a 720 km por hora.
Não controlamos a maioria deles.
Quando temos um arrepio - pele de galinha.
Quando ficamos excitados - a adrenalina.
O corpo segue naturalmente os seus impulsos, dai ser tão difícil para nós controlá-los.
No entanto, por vezes temos impulsos que preferimos não controlar.
O corpo é escravo dos seus impulsos.
Mas o que nos torna humanos é o que podemos controlar.
Depois da tempestade, depois da adrenalina, depois de passar o calor do momento, podemos arrefecer e limpar a porcaria que fizemos.
Podemos tentar deixar o passado.
Mas é no presente que isso se evidencia.
o

domingo, 11 de novembro de 2007

A Morte

o
O assunto proibido: A Morte.
Não a conheço mas já estive em contacto com ela.
Nunca a vi, mas já presenciei a sua acção.
É simples mas nunca tem hora marcada.
A morte tem o seu poder, não permite dúvidas, é real, dura, egoísta. Nunca se está verdadeiramente preparado para a morte. Gostamos de pensar que sim, mas quando ela ronda à nossa volta constantemente, isso deixa-nos tristes, muitas vezes depressivos, rancorosos, e por vezes nunca recuperamos dessa rasteira que a morte nos prega.
A Morte. Palavra tenebrosa, nada vulgar, potente. Sim, a morte é importante porque é ela que nos faz pensar, optar, mover. O que queremos para cada um de nós? Uma vida fútil ou uma vida útil? É a morte que nos transmite os limites. Sinto falta das pessoas que eram importantes para mim mas que já partiram. Sim, partiram numa viagem sem retorno, em que a chegada é à escolha dessa pessoa. No entanto, sinto as suas presenças, a acompanharem-me, a observarem o meu percurso.
A vontade desenfreada de libertar as lágrimas sentidas é tanta que a respiração torna-se sufocante, é como se parte de nós morresse ali mesmo, naquele preciso instante onde o tudo e o nada se cruzam mas não se cumprimentam.
Porquê falar da morte? Porque mais uma vez, ela decidiu aparecer e levar algo. Eu sinto a morte, sinto quando está perto, inconscientemente ou não, sinto-a. O meu corpo contrai-se, depois relaxa, deixa-se absorver pelos pensamentos aleatórios até à altura em que cai na realidade e presenteia-me com uma sensação estranha de presença e de vontade.
Senti vontade de dizer que ao teu lado eu sinto-me 100% eu, e tu gostas de mim tal como eu sou, que te adoro duma forma quase impossível e que a minha vida vai ser passada ao teu lado como amigos, primos, confidentes, únicos. Senti necessidade de te dizer que tu és a minha pessoa.
E neste momento que precisas de mim, eu estou do teu lado, dou-te a mão e fico calado.
Já passámos por isto juntos mais que uma vez, também me deste a mão e ficaste calada quando precisei, ouviste-me a soluçar, viste as minhas lágrimas de desespero, confortaste-me, por isso agora sou eu a aconchegar-te, a pegar em ti, e a mostrar-te que as memórias são o bem mais precioso que podemos guardar.
A morte… traiçoeira e sempre incógnita.
Prefiro chamar-lhe “passagem de transição”.
A vida não pode ser assim tão curta…
o

sábado, 10 de novembro de 2007

O tempo...

o

O tempo retira e dá prazer.
Até aos mais fortes prega partidas,
Abranda,
Paira no ar,
Até parar,
Deixando-nos presos num momento,
Incapazes de nos movermos numa direcção ou noutra.
O tempo voa.
O tempo não espera por ninguém.
O tempo cura todas as feridas.
Tudo o que queremos é ter mais tempo.
Tempo para nos levantarmos.
Tempo para crescermos.
Tempo para abrirmos mão das coisas.
Tempo…
o

Grey's Anatomy

o

Uma série potente, real, inesperada, emotiva.
o
Obriga-nos a pensar no que realmente queremos.
o
E em como a vida pode mudar num instante.
o
Aconselho a todos.
o

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Inconstante...

o

Tu que nada temes,
E tanto interpretas,
Quais os teus limites?
Quais as tuas barreiras?
Ao longe ouve-se o murmúrio das ondas,
O soluçar do vento gélido,
O arrepio das sombras,
A aura incandescente.
Quem se aproxima?
Palavras te atirei com um intuito vago de descarregar as fúrias e angústias passadas
Um abismo eterno, incalculável, inóspito, atractivo.
Estarei a sonhar?
Que sonho constante é este?
O consumo faz-me vulnerável, petrifica-me.
O vazio preenche-me.
As ligações reencontram-se formando uma teia de afecto e conforto.
Algo me atormenta.
Não serei eu próprio um tormento?
Sou inconstante.
Mas também sou coerente e sensato.
Que luta é esta que coloca os meus opostos em guerra?
Cinzas incandescentes caem sobre a manta que me cobre o espírito queimando à medida que se dá o contacto.
À minha volta tenho tudo ao meu alcance.
Contudo a confusão inerente paralisa-me.
Deito-me na esperança de sonhar com algo que me leve para longe.
Acordo com o desejo de viver.

o

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Paradise...

o

o


Existem momentos que nos dão a liberdade de pormos tudo de parte.

Que nos fazem esquecer tudo.

Sabe tão bem...
o
o

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Tantas Vontades…


Obrigo-me a crescer.
o
Diminuo os estímulos externos.
o
Foco a minha percepção.
o
Reanimo a minha fonte de poder.
o
Aclareio a ilusão que está instalada.
o
Promovo a minha calma.
o
A minha vida está para além de ser um mero acaso da natureza.
o
o

Revi-me por momentos…

o

O final da tarde aproximava-se. Os raios de sol transmitiam aquela luminosidade quente e torrada que me deixa sempre nostálgico. Estava eu a conduzir em direcção a casa e algo me despertou a atenção. Um rapaz por volta dos seus 14 anos, com a mesma estrutura física que eu tinha na sua idade, cabeça cabisbaixa, meio distraído, a caminhar no passeio do outro lado da estrada, possivelmente a fazer o seu caminho diário escola/casa.
Por momentos revi-me naquela pessoa, naquela criança. Fez-me recordar o que eu era, os meus passeios sozinho, as caminhadas com a mochila às costas, o cabelo espetado, os óculos pouco estéticos, as saliências ósseas impregnadas na pele. Já nessa altura eu pensava. É estranho ter estas recordações e compará-las com aquilo que sou hoje, o que mudei, o que mantive. Acho que por muito que tenha pensado no meu futuro naquela altura, nunca imaginei que o meu presente fosse este. Uma postura frágil, um olhar tão meigo, uma inocência pura, uma mente vulnerável, extremamente sensível, uma timidez variável, uma expressão virgem… Os meus olhos choram por ter perdido algumas destas características… A vida era tão mais fácil. É claro que há mudanças que vieram por bem, contudo, não encontro uma saída correcta para as interrogações que pairam sobre mim.
Só sei que me apetecia voltar ao passado, nem que fosse só por um momento, apenas para sentir essa liberdade novamente.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Incógnita...

o

Acordei desligado do dia que me costuma iluminar, cheirando o sabor da terra húmida e tenebrosa.
o
Abri os olhos e perdi-me no lumiar das luzes e sombras, das perdições e loucuras, dos encantos propícios da visão.
o
Toquei em mim, o meu corpo, a minha carne, o meu limite físico evidenciado pela vida que percorro.
o
Expectativas irreais conduzem os extremos que se atraem, flutuo sobre um mar de lágrimas de suor, planeio alcançar a margem que se distancia a largos passos.
o
Não gosto de ambivalências nem de momentos díspares, apenas uma voz solta no ar, trépida mas audível.
o
Talvez a incógnita seja mesmo a prevalência mais acertada que temos…
0
o

Herman e Maria Rueff

NELO E IDÁLIA


ANA MAMALHOA!!! LOL


Vale a pena ver...
o
Herman e Maria Ruef no seu melhor!
O

sábado, 27 de outubro de 2007

Premissas de sentimentos


Roda sobre mim mesmo um poder sugestivo que me consome a pele desgastada e aderente ao corpo.
Pedras soltas produzem efeitos sombrios de calma, provocando uma extremidade polar que me atrai.
O que quero é pouco, mas nem com palavras consigo descrever.
Algo me incomoda ou será apenas inconsciência minha?
A alternativa que reporto não me convence.
Lascas de dor são cortadas da minha mente como se me tentasse moldar ao som dos pensamentos.
Racionalidade...o que implica este termo?
É tudo fugaz, inóspito, incoerente, inconstante.
A mudança repentina da realidade torna-se uma epidemia, e o prazer uma trivialidade.
As sinapses fervilham com tamanha potência, electrificam a minha visão e bloqueiam a minha capacidade de clarear os sentimentos.
Não há uma resposta certa para o que sentimos.
Há sim a capacidade de sermos fiéis a nós próprios e vivermos a nossa vida em função daquilo que queremos e ambicionamos.
o

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Sugababes - About You Now



It was so easy that night
Should’ve been strong
Yeah I lied
Nobody gets me like you

I know everything changes
For the cities and faces
But I know how I feel
About you

Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now

All that it takes
one more chance
I'll let our last kiss
be our last
give me tonight and I’ll show you

I know everything changes
I don't care where it takes us
Cause I know how I feel
About you

Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now

Not a day passed me by
Not a day passed me by
When I don’t think about you
And there’s no moving on
Cause I know you’re the one
And I can’t be without you

Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now

Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now

But I know how I feel
About you now

But I know how I feel
About you now



Esta letra dá-me esperança...

o

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Pensamentos soltos


Estou deitado. Ouço as gotas da chuva cair sobre as janelas da varanda. Varanda essa que pertence a uma casa que me é desconhecida, alheia ao meu ninho habitual. Sinto-me um hóspede, adormeço numa cama pequena com os pés de fora. A minha roupa encontra-se espalhada ordenadamente em cima da outra cama do quarto onde estou. Passo o tempo a olhar desenfreadamente para o relógio do rádio.
00:30h.
As minhas pálpebras apressam-se a fechar, as minhas pernas pulsam o cansaço do dia, a minha cabeça examina e reinventa provocando uma constante presença incomodativa, como uma forte enxaqueca. Conto os dias nem sei bem com que sentido, olho ao meu redor e nada me consola, apenas a chuva. A chuva que na sua solidão liberta-se e recai sobre tudo sem remorsos… apenas água, partículas transparentes de uma substância que nos enche o corpo e nos limpa as impurezas entranhadas. A chuva faz-me companhia, converso com ela, a reflexão é inata.
Lembro-me de ti e de muito mais. Mas hoje fazes anos, por isso é especial. Momentos passados que me proporcionaram recordações infinitas. Olhares trocados que nem era preciso expressar para compreendermos. Palavras de conforto, harmonia, compaixão, apoio. Tudo isso.
Ai as amizades, tão fortes e tão fracas. Construções de tijolo ou de papel? Eu tento usar sempre o tijolo mas por vezes trocam-me o material. Há circunstâncias que mudam tudo, existem momentos que alteram de imediato o comportamento da pessoa mesmo sendo baseado em factos irreais e falsos. Deixei de me importar com isso. Se querem a minha amizade têm que acreditar em mim. A confiança é o alicerce da amizade, sem ele a construção fica vulnerável. Doi quando sinto que não confiam em mim e não têm razões para isso, magoa, faz ferida.
A chuva cai com mais intensidade, o embate torna-se mais forte e repetitivo. As portas da varanda vibram devido à passagem de um veículo pesado na rua. Olho ao meu redor. Vejo-me no meio de um arrastar de desejos por concretizar. Não estou cansado de lutar nem me resignei, apenas optei por não me preocupar tanto. Os meus sentidos estão reduzidos, a minha pele emana um calor gripal, sinto o meu corpo em estado de hibernação. Não quero perder nada do que já ganhei até hoje, quero manter-me fiel a mim mesmo. Preciso de elevar a minha auto-estima, estimular o meu ser. A minha mente move-se num turbilhão de palavras com significados ilícitos e propícios à incompreensão momentânea.
A chuva começa a parar, apenas se ouve algumas gotas cair esporadicamente. Olho novamente para o relógio.
01:06h.
Hoje não me apetece sonhar.
Apenas fechar os olhos e dormir.
o

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Renascer

o
A energia parece estar a renascer.
As conjugações começam a fazer um sentido quase melódico.
A neblina torna-se escassa.
Mostro algo de mim,
Algo que sou capaz de realizar,
Algo que quero marcar.
o
O tempo passa...
o
E eu continuo...
o