
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
"Veronika Decide Morrer" - Paulo Coelho

quinta-feira, 29 de novembro de 2007
LG Chocolate KG800
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Cláudia Vieira - HOT HOT HOT!!!
All I Think About Is You
3 Doors Down - Landing In London (All I Think About Is You)
I woke up today in London
As the plane was touching down
And all I could think about was Monday
Maybe I’d be back around
If this keeps me way much longer
I don’t know what I would do
You got to understand it’s a hard life,
that I’m going through
And when the night falls in around me
And I don’t think I’ll make it through
Ill use your light to guide the way
Cuz all I think about is you
L A is getting kind of crazy
And New York is getting kind of cold
I keep my head from getting lazy
I just can’t wait to get back home
And all these days I spend away
Ill make up for this I swear
I need your love to hold me up
When it’s all to much to bear
And when the night falls in around me
And I don’t think I’ll make it through
Ill use your light to guide the way
Cuz all I think about is you
And all these days I spend away
Ill make up for this I swear
I need your love to hold me up
When it’s all to much to bear
And when the night falls in around me
And I don’t think I’ll make it through
Ill use your light to guide the way
Cuz all I think about is you
o
domingo, 25 de novembro de 2007
Refúgio
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Conjugo isto no passado.
Forço o cadeado.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Do it like they do on the discovery channel!!!
Melhor era impossível...
o
o
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Heroes
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Sonhar...

A certa altura, talvez aceitemos que o sonho se transformou num pesadelo. Dizemos a nós mesmos que a realidade é melhor. Convencemo-nos de que é melhor nunca sonhar. Mas os mais fortes de nós, os mais determinados, agarram-se a esse sonho. Ou surge-nos um sonho novo em que nunca pensámos. Acordamos e damos connosco, contra todas as expectativas, a ter esperança. E se tivermos sorte, percebemos, quando confrontados com a vida, que o verdadeiro sonho é puder sonhar.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Realidade dolorosa
o
Talvez doa por um motivo.
Talvez algumas fantasias só deviam existir nos nossos sonhos.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Impulsos

Não controlamos a maioria deles.
Quando temos um arrepio - pele de galinha.
Quando ficamos excitados - a adrenalina.
O corpo segue naturalmente os seus impulsos, dai ser tão difícil para nós controlá-los.
No entanto, por vezes temos impulsos que preferimos não controlar.
O corpo é escravo dos seus impulsos.
Mas o que nos torna humanos é o que podemos controlar.
Depois da tempestade, depois da adrenalina, depois de passar o calor do momento, podemos arrefecer e limpar a porcaria que fizemos.
Podemos tentar deixar o passado.
Mas é no presente que isso se evidencia.
domingo, 11 de novembro de 2007
A Morte
O assunto proibido: A Morte.Não a conheço mas já estive em contacto com ela.
Nunca a vi, mas já presenciei a sua acção.
É simples mas nunca tem hora marcada.
A morte tem o seu poder, não permite dúvidas, é real, dura, egoísta. Nunca se está verdadeiramente preparado para a morte. Gostamos de pensar que sim, mas quando ela ronda à nossa volta constantemente, isso deixa-nos tristes, muitas vezes depressivos, rancorosos, e por vezes nunca recuperamos dessa rasteira que a morte nos prega.
A Morte. Palavra tenebrosa, nada vulgar, potente. Sim, a morte é importante porque é ela que nos faz pensar, optar, mover. O que queremos para cada um de nós? Uma vida fútil ou uma vida útil? É a morte que nos transmite os limites. Sinto falta das pessoas que eram importantes para mim mas que já partiram. Sim, partiram numa viagem sem retorno, em que a chegada é à escolha dessa pessoa. No entanto, sinto as suas presenças, a acompanharem-me, a observarem o meu percurso.
A vontade desenfreada de libertar as lágrimas sentidas é tanta que a respiração torna-se sufocante, é como se parte de nós morresse ali mesmo, naquele preciso instante onde o tudo e o nada se cruzam mas não se cumprimentam.
Porquê falar da morte? Porque mais uma vez, ela decidiu aparecer e levar algo. Eu sinto a morte, sinto quando está perto, inconscientemente ou não, sinto-a. O meu corpo contrai-se, depois relaxa, deixa-se absorver pelos pensamentos aleatórios até à altura em que cai na realidade e presenteia-me com uma sensação estranha de presença e de vontade.
Senti vontade de dizer que ao teu lado eu sinto-me 100% eu, e tu gostas de mim tal como eu sou, que te adoro duma forma quase
E neste momento que precisas de mim, eu estou do teu lado, dou-te a mão e fico calado.
Já passámos por isto juntos mais que uma vez, também me deste a mão e ficaste calada quando precisei, ouviste-me a soluçar, viste as minhas lágrimas de desespero, confortaste-me, por isso agora sou eu a aconchegar-te, a pegar em ti, e a mostrar-te que as memórias são o bem mais precioso que podemos guardar.
A morte… traiçoeira e sempre incógnita.
Prefiro chamar-lhe “passagem de transição”.
A vida não pode ser assim tão curta…
o
sábado, 10 de novembro de 2007
O tempo...
Até aos mais fortes prega partidas,
Abranda,
Paira no ar,
Até parar,
Deixando-nos presos num momento,
Incapazes de nos movermos numa direcção ou noutra.
O tempo voa.
O tempo não espera por ninguém.
O tempo cura todas as feridas.
Tudo o que queremos é ter mais tempo.
Tempo para nos levantarmos.
Tempo para crescermos.
Tempo para abrirmos mão das coisas.
Tempo…
Grey's Anatomy
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Inconstante...
E tanto interpretas,
Quais os teus limites?
Quais as tuas barreiras?
Ao longe ouve-se o murmúrio das ondas,
O soluçar do vento gélido,
O arrepio das sombras,
A aura incandescente.
Quem se aproxima?
Palavras te atirei com um intuito vago de descarregar as fúrias e angústias passadas
Um abismo eterno, incalculável, inóspito, atractivo.
Estarei a sonhar?
Que sonho constante é este?
O consumo faz-me vulnerável, petrifica-me.
O vazio preenche-me.
As ligações reencontram-se formando uma teia de afecto e conforto.
Algo me atormenta.
Não serei eu próprio um tormento?
Sou inconstante.
Mas também sou coerente e sensato.
Que luta é esta que coloca os meus opostos em guerra?
Cinzas incandescentes caem sobre a manta que me cobre o espírito queimando à medida que se dá o contacto.
À minha volta tenho tudo ao meu alcance.
Contudo a confusão inerente paralisa-me.
Deito-me na esperança de sonhar com algo que me leve para longe.
Acordo com o desejo de viver.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Paradise...
o
Existem momentos que nos dão a liberdade de pormos tudo de parte.
Que nos fazem esquecer tudo.
o
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Revi-me por momentos…
Por momentos revi-me naquela pessoa, naquela criança. Fez-me recordar o que eu era, os meus passeios sozinho, as caminhadas com a mochila às costas, o cabelo espetado, os óculos pouco estéticos, as saliências ósseas impregnadas na pele. Já nessa altura eu pensava. É estranho ter estas recordações e compará-las com aquilo que sou hoje, o que mudei, o que mantive. Acho que por muito que tenha pensado no meu futuro naquela altura, nunca imaginei que o meu presente fosse este. Uma postura frágil, um olhar tão meigo, uma inocência pura, uma mente vulnerável, extremamente sensível, uma timidez variável, uma expressão virgem… Os meus olhos choram por ter perdido algumas destas características… A vida era tão mais fácil. É claro que há mudanças que vieram por bem, contudo, não encontro uma saída correcta para as interrogações que pairam sobre mim.
Só sei que me apetecia voltar ao passado, nem que fosse só por um momento, apenas para sentir essa liberdade novamente.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Incógnita...

Abri os olhos e perdi-me no lumiar das luzes e sombras, das perdições e loucuras, dos encantos propícios da visão.
Toquei em mim, o meu corpo, a minha carne, o meu limite físico evidenciado pela vida que percorro.
Expectativas irreais conduzem os extremos que se atraem, flutuo sobre um mar de lágrimas de suor, planeio alcançar a margem que se distancia a largos passos.
Não gosto de ambivalências nem de momentos díspares, apenas uma voz solta no ar, trépida mas audível.
Talvez a incógnita seja mesmo a prevalência mais acertada que temos…
o
Herman e Maria Rueff
ANA MAMALHOA!!! LOL
Vale a pena ver...
sábado, 27 de outubro de 2007
Premissas de sentimentos

Roda sobre mim mesmo um poder sugestivo que me consome a pele desgastada e aderente ao corpo.
Pedras soltas produzem efeitos sombrios de calma, provocando uma extremidade polar que me atrai.
O que quero é pouco, mas nem com palavras consigo descrever.
Algo me incomoda ou será apenas inconsciência minha?
A alternativa que reporto não me convence.
Lascas de dor são cortadas da minha mente como se me tentasse moldar ao som dos pensamentos.
Racionalidade...o que implica este termo?
É tudo fugaz, inóspito, incoerente, inconstante.
A mudança repentina da realidade torna-se uma epidemia, e o prazer uma trivialidade.
As sinapses fervilham com tamanha potência, electrificam a minha visão e bloqueiam a minha capacidade de clarear os sentimentos.
Não há uma resposta certa para o que sentimos.
Há sim a capacidade de sermos fiéis a nós próprios e vivermos a nossa vida em função daquilo que queremos e ambicionamos.
o
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Sugababes - About You Now
It was so easy that night
Should’ve been strong
Yeah I lied
Nobody gets me like you
I know everything changes
For the cities and faces
But I know how I feel
About you
Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now
All that it takes
one more chance
I'll let our last kiss
be our last
give me tonight and I’ll show you
I know everything changes
I don't care where it takes us
Cause I know how I feel
About you
Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now
Not a day passed me by
Not a day passed me by
When I don’t think about you
And there’s no moving on
Cause I know you’re the one
And I can’t be without you
Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now
Can we bring yesterday
Back around
Cause I know how I feel
About you now
I was dumb I was wrong
I let you down
But I know how I feel
About you now
But I know how I feel
About you now
But I know how I feel
About you now
Esta letra dá-me esperança...
o
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Pensamentos soltos

00:30h.
As minhas pálpebras apressam-se a fechar, as minhas pernas pulsam o cansaço do dia, a minha cabeça examina e reinventa provocando uma constante presença incomodativa, como uma forte enxaqueca. Conto os dias nem sei bem com que sentido, olho ao meu redor e nada me consola, apenas a chuva. A chuva que na sua solidão liberta-se e recai sobre tudo sem remorsos… apenas água, partículas transparentes de uma substância que nos enche o corpo e nos limpa as impurezas entranhadas. A chuva faz-me companhia, converso com ela, a reflexão é inata.
Lembro-me de ti e de muito mais. Mas hoje fazes anos, por isso é especial. Momentos passados que me proporcionaram recordações infinitas. Olhares trocados que nem era preciso expressar para compreendermos. Palavras de conforto, harmonia, compaixão, apoio. Tudo isso.
Ai as amizades, tão fortes e tão fracas. Construções de tijolo ou de papel? Eu tento usar sempre o tijolo mas por vezes trocam-me o material. Há circunstâncias que mudam tudo, existem momentos que alteram de imediato o comportamento da pessoa mesmo sendo baseado em factos irreais e falsos. Deixei de me importar com isso. Se querem a minha amizade têm que acreditar em mim. A confiança é o alicerce da amizade, sem ele a construção fica vulnerável. Doi quando sinto que não confiam em mim e não têm razões para isso, magoa, faz ferida.
A chuva cai com mais intensidade, o embate torna-se mais forte e repetitivo. As portas da varanda vibram devido à passagem de um veículo pesado na rua. Olho ao meu redor. Vejo-me no meio de um arrastar de desejos por concretizar. Não estou cansado de lutar nem me resignei, apenas optei por não me preocupar tanto. Os meus sentidos estão reduzidos, a minha pele emana um calor gripal, sinto o meu corpo em estado de hibernação. Não quero perder nada do que já ganhei até hoje, quero manter-me fiel a mim mesmo. Preciso de elevar a minha auto-estima, estimular o meu ser. A minha mente move-se num turbilhão de palavras com significados ilícitos e propícios à incompreensão momentânea.
A chuva começa a parar, apenas se ouve algumas gotas cair esporadicamente. Olho novamente para o relógio.
01:06h.
Hoje não me apetece sonhar.
Apenas fechar os olhos e dormir.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Renascer
o






